Pé-de-Meia licenciaturas: entre a permanência e a formação do professor como intelectual crítico-decolonial
DOI:
https://doi.org/10.17058/rea.34.21022Palavras-chave:
Licenciaturas, Permanência , Ensino superior, Políticas publicas, Formação criticaResumo
Este artigo apresenta uma análise do impacto inicial do Programa Pé-de-Meia Licenciaturas, instituído em 2025, avaliando seu papel como política de permanência estudantil e de valorização da formação docente no Brasil. A pesquisa utiliza como base teórica a educação crítica com referência em autores como Freire, Giroux e outros. Adota uma metodologia com abordagem qualitativa em educação, de análise documental e bibliográfica, complementada por dados oficiais do Ministério da Educação (MEC), referentes ao ano de 2025, abrangendo o cenário nacional das licenciaturas. Os resultados iniciais demonstram um aumento expressivo nas matrículas de candidatos qualificados em todo o país (+60%). O estudo, também, identifica desafios operacionais e de seletividade, notando que o vasto potencial de elegíveis (mais de 370 mil), ainda, não foi alcançado de forma plena. Conclui-se que, embora o Pé-de-Meia tenha o potencial de se consolidar como uma importante política pública de justiça social, sua eficácia depende de ajustes em sua execução e, principalmente, de um compromisso firme em promover a formação crítica do professor como um intelectual transformador.
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