Entre realidades e devaneios, a escola que eu sinto: construções de sentidos em uma narrativa interpretativa
DOI:
https://doi.org/10.17058/rea.v33i1.19851Palavras-chave:
Palavras-chave: educação e escola; narrativas interpretativas; construção de sentidos.Resumo
A compreensão de escola, enquanto um movimento intrínseco de transformação de pessoas e histórias, perpassa à consideração de atores, contextos e sentidos. Tal tônica compreensiva pode ser estabelecida a partir de diálogos problematizadores em meio a rodas de conversa com a comunidade escolar, traduzida na percepção da realidade de cada um, algo que é idiossincrático à pessoa. A partir dos constructos teóricos das narrativas interpretativas, buscamos neste artigo elucidar “a escola que eu sinto”, construída em um espelho de olhares e percepções de professores brasileiros e panamenhos, participantes da pesquisa. Este processo levou à criação de trama de significados de (re)conhecimento para a construção de sentidos na escola, uma narrativa. Como direcionamentos em aberto, percebemos que “a escola que eu sinto” se aproxima em diferentes contextos, tanto no Brasil como no Panamá, tendo pontos de interlocução comuns ao acreditar na educação. Pontuamos também que os sentidos de escola dos participantes se constituem nas (e para as) vivências e experiências compartilhadas pela comunidade escolar, sendo comuns em alguns momentos e, particulares em devaneios em outros, geralmente relacionados ao esperançar e sonhar de cada um.
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