Flowchart for the management of Clostridium difficile infection in intensive care settings: a validation study

Authors

  • Maiara Basseto Sena Programa de Pós-Graduação em Biociência e Fisiopatologia, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Endric Passos Matos Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Nathalie Campana de Souza Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Felipe Fabbri Universidade Estadual de Maringá
  • Lucas Benedito Fogaça Rabito Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Lorena Franco Buzzerio Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Samira Goldberg Rego Barbosa Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Silvia Maria dos Santos Saalfeld Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde na área de doenças Infecciosas e Parasitárias, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Maria Fernanda do Prado Tostes Docente do Departamento de Enfermagem - DEN, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.
  • Rafaely de Cassia Nogueira Sanches Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.17058/reci.v16i.20353

Keywords:

Clostridium difficile, Intensive Care Units, Workflow, Nursing

Abstract

Background and Objectives: Despite the clinical relevance of Clostridium difficile infection, difficulties in diagnosis and appropriate management remain frequent, especially in intensive care settings. The absence of standardized protocols compromises decision-making and patient safety. Furthermore, there are gaps in the training of professionals regarding the identification and handling of cases. In this context, the development of an evidence-based flowchart emerges as an essential strategy to guide healthcare practice, promote consistent approaches, and enhance the quality of care provided to critically ill patients affected by this infection. Therefore, the objective was to develop and validate a flowchart for the management of diarrheal syndromes caused by Clostridium difficile in the ICU. Methods: Methodological study conducted at a University Hospital, carried out in three phases: literature review for the development of the evidence-based flowchart, validation of the instrument by expert professionals, and statistical analysis of the data. The study complied with ethical standards. Results: The resulting flowchart was validated by the experts, achieving 100% agreement after two consultation rounds. The instrument proved to be suitable for guiding the management of patients infected with Clostridium difficile in the ICU, offering a clear, objective, and relevant structure. Conclusion: The developed and validated flowchart is a valuable tool for clinical practice in the ICU, promoting effective and standardized care for patients with Clostridium difficile infection. Its application may reduce discrepancies in diagnosis and treatment, ensuring safety and efficiency in the care of critically ill patients through a uniform and effective approach.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Maiara Basseto Sena, Programa de Pós-Graduação em Biociência e Fisiopatologia, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

    Especialista em Urgência e Emergência pelo Programa de Residência Integrada Multiprofissional na Atenção às Urgências e Emergências do Hospital Universitário Regional de Maringá (HURM). Graduada em Enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá. Foi plantonista no Centro de Controle de Intoxicações do Hospital Universitário Regional de Maringá (CCI - HUM), onde prestou assistência toxicológica a pacientes e realizou controle de soros e antídotos. Foi bolsista de Iniciação Tecnológica e Industrial do CNPq - Nível A, no projeto de pesquisa intitulado "Acompanhamento Longitudinal de Adultos e Idosos que Receberam Alta na Internação Hospitalar por COVID-19". Egressa do Grupo de Estudo e Pesquisa em Condições Crônicas - GEPECRON. Integrante do projeto de extensão universitária "Urgência e Emergência em Enfermagem - UEENF: Grupo de treinamento", coordenado pela Prof. Dr. Rafaely Nogueira.

  • Endric Passos Matos, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

    Doutorando em Enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá (UEM-PR), na linha de pesquisa: O cuidado nos diferentes ciclos de vida. Mestre em Enfermagem, pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS-BA), na linha de pesquisa: Produção do cuidado, avaliação dos serviços e programas de saúde em enfermagem. Especialista em Saúde Pública pela Faculdade Adventista da Bahia (FADBA); Especialista em Gestão em Saúde pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Especialista em Saúde Coletiva com concentração em Avaliação, Monitoramento e Informações Estratégicas pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA); Especialista em Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ); Especialista em Enfermagem do Trabalho pela Faculdade Holística (FaHol). Graduado em Enfermagem pela FADBA e em Gestão Pública pela UFRB. Possui experiência na Estratégia de Saúde da Família, na assistência hospitalar, na pesquisa, no ensino e na gestão educacional. Tem particular interesse de pesquisa na área de saúde pública, epidemiologia, avaliação em saúde e tecnologias em saúde e enfermagem, com ênfase nas tecnologias práticas para a segurança do paciente, cuidados críticos e simulação em saúde. Membro do Grupo de Estudo e Pesquisa de Enfermagem em Cuidados Complexos (GEPECC) e membro do Projeto de Extensão em Urgência e Emergência na enfermagem (UEENF), ambos vinculados ao Departamento de Enfermagem da UEM. Enfermeiro estatutário da Prefeitura Municipal de Maringá-PR.

  • Nathalie Campana de Souza, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

    Enfermeira graduada pela Universidade Estadual de Maringá (2020). Especialista em Urgência e Emergência pelo Programa de Residência Integrada Multiprofissional na Atenção à Urgência e Emergência da Universidade Estadual de Maringá (2022). Pós-graduada em UTI Pediátrica e Neonatal pela Faculdade UniFB (2023). Mestre em Enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá (2024). Atualmente Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá (2024 - 2027). Bolsista CAPES com dedicação exclusiva ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Possui experiência profissional na assistência de Enfermagem à pacientes críticos em UTI Pediátrica, UTI Neonatal, Pronto Atendimento e APH; e também como docente de Enfermagem do ensino técnico e superior nas áreas: fundamentos de enfermagem, história de enfermagem, saúde mental, saúde da mulher e neonato e segurança do paciente.

  • Lucas Benedito Fogaça Rabito, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

    Bacharel em Enfermagem pelo Centro Universitário Integrado (2016-2020). Mestrando em Enfermagem pelo Programa de Pós-graduação da Universidade Estadual de Maringá (PSE/UEM) (2023 à atual). Foi bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) (2023). Especialista em Urgência e Emergência na modalidade Residência pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) com mobilidade acadêmica na Universidad de los Andes em Santiago/Chile (2021-2023). Pós-graduado em Enfermagem em Cardiologia e Hemodinâmica; Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva e Enfermagem Aeroespacial (2022). Foi representante discente do mestrado acadêmico em enfermagem da Universidade Estadual de Maringá (2023-2024). Membro do Grupo de Estudo e Pesquisa de Enfermagem em Cuidados Complexos (GEPECC) e Grupo de Estudo e Pesquisa no Cuidado de Enfermagem ao Indivíduo Adulto e ao Familiar Cuidador (GEPEINF), ambos vinculados à UEM (2023 à atual). Membro do Projeto de Extensão em Urgência e Emergência na enfermagem (UEENF). Na prática assistencial tem experiência em atendimento em pacientes de alta complexidade em situações críticas e de emergência, tratamento de queimados, ortopedia e traumatologia, terapias infusionais, cardiologia clínica e intervencionista. Na pesquisa atua principalmente com abordagens quantitativas, e com as temáticas do cuidar em enfermagem nas fases do ciclo vital e nos diversos níveis assistenciais, urgência e emergência, terapia intensiva, terapias infusionais, cardiologia e COVID-19.

  • Lorena Franco Buzzerio, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

    Enfermeira formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) em 2019, especialista em Urgências e Emergências pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) em 2022, Mestra pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) em 2024. Atua como credenciada na Unidade de Terapia Intensiva Adulto do Hospital Universitário Regional de Maringá desde 2022 até o momento. Também é supervisora de estágio no Centro Universitário Uningá, aplicado aos alunos do quarto ano de graduação em enfermagem. Tem habilidades em cuidados de enfermagem intensivos adultos e pediátricos, estomaterapia e cuidados pré-hospitalares. Possui experiência em pesquisa qualitativa. É comunicativa, proativa, determinada e disponível à novos desafios. Possui proficiência na língua inglesa, comprovado em teste de proficiência pelo Departamento de Letras Modernas da UEM. 

  • Samira Goldberg Rego Barbosa, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

     

    ossui graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá(2002), Pós-Graduação em Enfermagem obstétrica pela Universidade Estadual de Maringá(2007), com atuação em partos domiciliares. Pós-Graduação em Gestão clínica do SUS pelo Instituto de ensino e pesquisa Sírio Libanês (2017). Mestra no curso de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá(2021). Atualmente Doutoranda no curso de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá (2023), Enfermeira Coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva adulto do Hospital Universitário Regional de Maringá, Enfermeira emergencista na Unidade de Pronto Atendimento Upa Zona Sul da Prefeitura do Município de Maringá.

  • Silvia Maria dos Santos Saalfeld, Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde na área de doenças Infecciosas e Parasitárias, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

    Possui graduação em Bacharel Em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Federal de Pelotas (1991), mestrado(2009) e doutorado (2021) na Universidade Estadual de Maringá no Progama de Pós-graduação de Ciências da Saúde na área de doenças Infecciosas e Parasitárias . Atualmente é enfermeira na Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem Unidade de Terapia Intensiva Adulto, atuando principalmente nos seguintes temas: gerenciamento de UTI e infecção hospitalar.

  • Maria Fernanda do Prado Tostes, Docente do Departamento de Enfermagem - DEN, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

    Doutora em Ciências pelo Programa de Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) (2017). Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Maringá (2010) e graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá (2003). Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá - UEM, exercendo atividades de ensino, pesquisa e extensão na área da Enfermagem Perioperatória.

  • Rafaely de Cassia Nogueira Sanches, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, PR, Brasil.

    Enfermeira. Doutora em Enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá (2016-2019). Mestre em Enfermagem pela Universidade Estadual de Maringá (2015). Especialista em Unidade Terapia Intesiva (2020). Docente adjunta do Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá (DEN/UEM) e no Programa de Pós-graduação em Enfermagem (PSE).Coordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisa em Inovação Tecnológica e Enfermagem em Cuidados Críticos (GEPITECC) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e do Projeto de Extensão em Urgência e Emergência na Enfermagem: grupo de treinamento (UEENF-UEM) e do Laboratório de Simulação em Saúde e Desenvolvimento Tecnológico (LabSimTec). Desenvolve pesquisas nas seguintes áreas: Enfermagem em Emergência. Enfermagem em Cuidados Críticos. Unidade de Terapia Intensiva. Tecnologias Biomédicas. Inteligência Artificial. Simulação em Saúde. Desenvolvimento Tecnológico. Prática Baseada em Evidências. Estudos Metodológicos. Estudos de Validação. Estudos de Coorte. Design Science Research.

References

1. Aguiar LMM, Valduga R, Gerez AP, Carmo EC, Cunha KC, Cipriano GFB, et al. Perfil de unidades de terapia intensiva adulto no Brasil: revisão sistemática de estudos observacionais. Rev Bras Terap Intens. 2022;33(4):624-34. https://doi.org/10.5935/0103-507X.20210088

2. Associação de Medicina Intensiva Brasileira. AMIB apresenta dados atualizados sobre leitos de UTI no Brasil [Internet]. 2020 [citado 2026 abr 10]. Disponível em: http://www.epsjv.fiocruz.br/sites/default/files/files/dados_uti_amib%281%29.pdf

3. Oliveira RD, Bustamante PFO, Besen BAMP. Tackling healthcare-associated infections in Brazilian intensive care units: we need more than collaboration. Rev Bras Terap Intens. 2022;34(3):313-5. https://doi.org/10.5935/0103-507X.2022editorial-pt

4. Czepiel J, Dróżdż M, Pituch H, Kuijper E, Perucki W, Mielimonka A, et al. Clostridium difficile infection: review. Eur J Clin Microbiol Infect Dis. 2019;38(7):1211–21. https://doi.org/10.1007/s10096-019-03539-6

5. Turner NA, Anderson DJ. Hospital Infection Control: Clostridioides difficile. Clin Colon Rectal Surg. 2020;33(2):98-108. https://doi.org/10.1055/s-0040-1701234

6. De Roo AC, Regenbogen SE. Clostridium difficile Infection: An Epidemiology Update. Clin Colon Rectal Surg. 2020;33(2):49-57. https://doi.org/10.1055/s-0040-1701229

7. Bilgin H, Sayin E, Gürün HP, Tükenmez-Tigen E, Toprak NU, Kirten V. Hospital acquired Clostridioides difficile infection and risk factors for severity in a university hospital: A prospective study. Am J Infect Control. 2020;48(12):1426-30. https://doi.org/10.1016/j.ajic.2020.05.042

8. Maestri AC. Infecção por clostroides (Clostridium) difficile em pacientes internados: epidemiologia, características clínicas e recorrência [dissertção]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná; 2020.

9. Gu T, Li W, Yang L, Yang S. Systematic review of guidelines for the diagnosis and treatment of Clostridioides difficile infection. Front Cell Infect Microbiol. 2022;12(30):1-13. https://doi.org/10.3389/fcimb.2022.926482

10. Siqueira BSS, Melo FG. Diarreia no paciente crítico: conhecimento e conduta de profissionais de unidades de terapia intensiva. Rev Enf Contemp. 2021;10(1):33-42. https://doi.org/10.17267/2317-3378rec.v10i1.3184

11. Adelman MW, Woodwort MH, Shaffer VO, Martin GS, Kraft CS. Critical Care Management of the Patient with Clostridioides difficile. Crit Care Med. 2021;49(1):127-39. https://doi.org/10.1097/CCM.0000000000004739

12. Alexandre NMC, Coluci MZO. Validade de conteúdo nos processos de construção e adaptação de instrumentos de medidas. Ciênc Saúde Colet. 2011;16(7):3061-8. https://doi.org/10.1590/S1413-81232011000800006

13. Furtado, L, Coelho F, Pina S, Ganito C, Araújo B, Ferrito C. Delphi technique on nursing competence studies: A scoping review. Healthcare. 2024;12(17):1757. https://doi.org/10.3390/healthcare12171757

14. Leite SS, Áfio ACE, Carvalho LV, Silva JM, Almeida PC, Pagliuca LMF. Construction and validation of an Educational Content Validation Instrument in Health. Rev Bras Enferm. 2018;71(Suppl 4):1635-41. http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0648

15. Medeiros RKS, Junior MAF, Pinto DPSR, Vitor AF, Santos VEP, Barichello E. Modelo de Validação de Conteúdo de Pasquali nas pesquisas de Enfermagem. Rev Enferm. 2015;4:127-35. http://doi.org/10.12707/RIV14009

16. Martinez AP, Azevedo GR. The Bristol Stool Form Scale: its translation to Portuguese, cultural adaptation and validation. Rev Lat Am Enfermagem. 2012;20(3):583-9. https://doi.org/10.1590/S0104-11692012000300021

17. Revolinski SL, Munoz-Price LS. Clostridium difficile in Immunocompromised Hosts: A Review of Epidemiology, Risk Factors, Treatment, and Prevention. Clin Infect Dis. 2019;68(12):2144-53. https://doi.org/10.1093/cid/ciy845

18. Kukla M, Adrych K, Dobrowolska A, Mach T, Regula J, Rydzewska G. Guidelines for Clostridium difficile infection in adults. Prz Gastroenterol. 2020;5(1):1-21. https://doi.org/10.5114/pg.2020.93629

19. Khurana S, Kahl A, Yu K, DuPont A. Recent advances in the treatment of Clostridioides difficile infection: the ever-changing guidelines. Fac Rev. 2020;18(9):13. https://doi.org/10.12703/b/9-13

20. Mateu L, Fernández-Rivas G, Sopena N. Diagnóstico y tratamiento de la infección por Clostridioides difficile. Med Clínica. 2020;155(1):30-35. https://doi.org/10.1016/j.medcli.2020.02.005

21. Kociolek LK, Gerding DN, Carrico R, Carling P, Donskey CJ, Dumyati G, et al. Strategies to prevent Clostridioides difficile infections in acute-care hospitals: 2022 Update. Infect Control Hosp Epidemiol. 2023;44(4):527-49. https://doi.org/10.1017/ice.2023.18

22. Rodrigues RP, Carmo WLN, Canto CIB, Santos ESS, Vasconcelos LA. Fluxograma Descritor do processo de trabalho: ferramenta para fortalecer a Atenção Primária à Saúde. Saúde em Debate. 2019;43(spe6):109-16. https://doi.org/10.1590/0103-11042019S610

Published

2026-04-22

Issue

Section

ORIGINAL ARTICLE

How to Cite

Basseto Sena, M. ., Passos Matos, E., Campana de Souza, N., Fabbri, F., Benedito Fogaça Rabito, L., Franco Buzzerio, L., Goldberg Rego Barbosa, S., dos Santos Saalfeld, S. M. ., do Prado Tostes, M. F. ., & de Cassia Nogueira Sanches, R. . (2026). Flowchart for the management of Clostridium difficile infection in intensive care settings: a validation study. Revista De Epidemiologia E Controle De Infecção, 16. https://doi.org/10.17058/reci.v16i.20353