A etnografia visual de eisenstein e flaherty
DOI:
https://doi.org/10.17058/rzm.v14i01.19544Palavras-chave:
Que viva México!, cinema antropológico, Robert Flaherty, Sergei EisensteinResumo
Após tentar realizar um filme em Hollywood, Sergei Eisenstein encontra-se com Robert Flaherty, que o convence a viajar para o México e realizar um filme lá. No entanto, a filmagem será catastrófica e Que viva México! ficará incompleto. Este artigo considera que o breve encontro com Flaherty foi muito influente para Eisenstein e, a partir da experiência com o filme mexicano, analisa os vínculos —que, à primeira vista, pareceriam improváveis— entre ambos os cineastas.
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