¿Y si la didáctica fuera decolonial?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.17058/rea.34.20854

Palabras clave:

Didáctica, Decolonialidad, Interculturalidad

Resumen

El objetivo de este texto es presentar elementos para la construcción de una didáctica desde una perspectiva descolonial, basada en la interculturalidad crítica, a partir de una práctica pedagógica basada en la perspectiva de la pretagogía (Petit, 2016). La metodología elegida es la autoetnografía (Santos, 2017), apoyada en el análisis episódico propuesto por Kilomba (2019). Se presentan y analizan los resultados de una actividad realizada en la asignatura de Didáctica impartida a una clase de una universidad pública federal en el año 2024. El trabajo con los marcadores de africanidad nos ha proporcionado las pistas necesarias para reflexionar sobre los próximos pasos de una didáctica que contemple las culturas afrobrasileñas e indígenas, de manera que se las considere elementos obligatorios para el debate sobre todo el proceso de enseñanza -aprendizaje, objeto de la didáctica. También reflexionamos que la Didáctica que defendemos debe desvelar los mecanismos de la colonialidad que impregnan la educación, incomodándolos, fortaleciendo la efectividad de relaciones educativas más igualitarias y plurales.

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Biografía del autor/a

  • Rita de Cassia de Oliveira e Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro

    Tem Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999), é Mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008) e Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Faz parte do Grupo de Estudos sobre Cotidiano, Educação e Cultura(s) (GECEC) coordenado pela professora Vera Maria Candau e é líder do Grupo de Estudos sobre Formação de professores/as, diversidade e diferença cultural (GEFPRODi-UFRJ). Realiza pesquisas sobre didática, formação de professores/as, Interculturalidade, Decolonialidade, feminismos negro e decolonial. Atuou por mais de 17 anos como professora na Educação Básica e atualmente é professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

  • Vera Maria Ferrão Candau, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

    Possui graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e Doutorado e Pós-doutorado em Educção pela Universidad Complutense de Madrid . Realizou também estudos no nível de pós-graduação na Universidade Católica de Louvain (Bélgica ) Atualmente é professora titular emérita do Departamento de Educação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Assessora experiências e projetos sócio-educativos no país e no âmbito internacional, particularmente em países latino-americanos. Tem ampla experiência de ensino desde o escola básica aos cursos de licenciatura, mestrado e doutorado. É coordenadora do grupo de Pesquisas sobre Cotidiano, Educação e Cultura(s), através do qual tem desenvolvido sistematicamente pesquisas sobre as relações entre educação e cultura(s). Suas principais áreas de interesse são: educação multi/intercultural, perspectiva decolonial, cotidiano escolar, didática, educação em direitos humanos e formação de educadores/as Pesquisadora Senior do CNPq. até 2022. 

Publicado

2026-07-10

Número

Sección

v. 34 (2026) Didáticas e Formação Docente: perspectivas teóricas, experiências formativas e práticas transformadoras

Cómo citar

Oliveira e Silva, R. de C. de, & Candau, V. M. F. (2026). ¿Y si la didáctica fuera decolonial?. Reflexão E Ação, 34. https://doi.org/10.17058/rea.34.20854