Práticas estéticas como exercícios de si na aula universitária, partilha do sensível e subjetivação
DOI:
https://doi.org/10.17058/rea.33.20629Palavras-chave:
didática, partilha do sensível, subjetivação, exercícios de si, experiência estéticaResumo
Em chave pós-estrutural, o ensaio analisa como práticas estéticas, tomadas como exercícios de si, reconfiguram a partilha do sensível na aula universitária e engendram modos de subjetivação. Articula Foucault (dispositivo, veridicção, cuidado de si) e Rancière (política do sensível, igualdade das inteligências), em diálogo com Dewey, Benjamin, Deleuze e Guattari, Gumbrecht e Biesta. Propõe uma matriz analítica de cinco dimensões (visibilidade, enunciação, temporalidade, materialidade, subjetivação) e deriva implicações didático-formativas para a curadoria do aparecer, critérios públicos de fala, técnicas do tempo, papel epistêmico das materialidades e avaliação como prática de subjetivação.
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