Actuaciones de psicólogos en la atención a niños y adolescentes en casos de violencia autoinfligida
DOI:
https://doi.org/10.17058/psiunisc.v10i.20191Palabras clave:
adolescente, auto mutilación, intento de suicídio, manejo psicológico, niñoResumen
Introducción: El creciente número de lesiones autoinfligidas entre la población infanto-juvenil revela la necesidad de discutir sobre la atención psicológica a este público. Objetivos: Este artículo investigó el papel de los psicólogos en la atención a niños y adolescentes por violencia autoinfligida con o sin intención suicida. Método: De un estudio más amplio, se seleccionaron tres entrevistas a profesionales que declararon experiencia en el cuidado de personas de este grupo de edad. Las entrevistas se realizaron en línea a través de la plataforma Microsoft Teams, apoyadas en un guion semiestructurado sobre formación y desempeño profesional en casos de violencia autoinfligida, y luego de su transcripción literal se realizó un análisis temático. Los entrevistados tenían edades comprendidas entre 27 y 51 años, dos estudios de posgrado completos; y trabajó en un Centro de Atención Psicosocial a niños y adolescentes, servicio de atención institucional, hospital general y consultorio privado.Resultados: Se construyeron tres categorías de análisis: (1) Informar, prevenir, acoger, construir vínculos y no juzgar; (2) La atención (debe) ocurrir en una red; y (3) Atención ética: confidencialidad y documentos. Conclusión: Se logró explorar las posibilidades de atención a partir del accionar de los psicólogos con el público en cuestión en casos de violencia autoinfligida, sin embargo, surge la necesidad de producir investigaciones sobre la atención en salud mental con niños y jóvenes en este escenario abordado. en el estudio y sobre las intersecciones de las cuestiones étnico-raciales y de género en la violencia autoinfligida en el público en general.
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Referencias
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