Perfil de los cuidadores en instituciones de atención a niños y adolescentes
DOI:
https://doi.org/10.17058/psiunisc.v10i.19965Palabras clave:
niño institucionalizado, adolescente institucionalizado, cuidadores, institucionalización, salud laboralResumen
Introducción: La colocación de niños y adolescentes en instituciones surge de la necesidad de proteger sus derechos cuando estos no se respetan en el seno familiar. Por lo tanto, es necesario ofrecer a esta población una atención integral y sensible, apoyando a los profesionales que brindan asistencia en estas instituciones para que establezcan vínculos que favorezcan el desarrollo de quienes reciben cuidados. Objetivo: Este estudio tuvo como objetivo comprender el perfil de los cuidadores en instituciones de atención a niños y adolescentes. Método: Se trata de un estudio cuantitativo realizado en un municipio del sur de Brasil, en tres hogares de de acogida para niños y adolescentes. Los datos se recopilaron mediante entrevistas a 28 cuidadores. Se utilizó el programa Excel® para el análisis y los resultados se presentan de forma descriptiva en tablas. Resultados: Los resultados indican una mayoría de mujeres, con edades comprendidas entre los 31 y los 50 años. Se observó falta de capacitación y formación continua, rotación entre instituciones que conlleva la ruptura de vínculos con los institucionalizados, y falta de apoyo y asistencia para los profesionales. Conclusión: Es fundamental ampliar el debate sobre las estrategias y las políticas públicas destinadas a mejorar las condiciones laborales de los cuidadores, buscando minimizar la rotación de personal, ofrecer una compensación económica y brindar apoyo para la salud física y mental, fomentando así el desarrollo de vínculos con las personas a las que se cuida y garantizando una atención integral.
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