A abordagem exploratória como forma de aprendizagem na infância
DOI:
https://doi.org/10.17058/rea.34.20531Palavras-chave:
aprendizagem, exploração, infância, processos educacionaisResumo
O estudo propõe uma discussão sobre a relevância da exploração nas práticas pedagógicas realizadas com crianças. A metodologia proposta neste estudo é revisão bibliográfica baseada em autores como Monica Guerra e John Dewey. Compreendemos que um dos objetivos da educação é tornar as pessoas mais autónomas, promovendo ação transformadora na vida dos sujeitos. As crianças têm características próprias em relação ao desenvolvimento motor, social, cognitivo e afetivo, porque cada uma tem um modo, um modo de agir, pensar, exprimir-se, mover-se e interagir com o ambiente em que vivem. Embora sejam exploradores por natureza, necessitam de um adulto, um educador, que compreenda a educação infantil contemporânea, a fim de promover o seu potencial criativo, acompanhando as crianças para explorar, descobrir, estabelecer relações e experimentar situações diferentes às quais podem não estar habituadas na vida quotidiana. A necessidade de mediar a aprendizagem faz nascer a relação das crianças com o conhecimento que envolve simultaneamente a aquisição de conhecimentos e a construção da identidade individual e social, de modo a que as crianças estejam envolvidas no processo de ensino e aprendizagem.
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