A abordagem exploratória como forma de aprendizagem na infância

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17058/rea.34.20531

Palavras-chave:

aprendizagem, exploração, infância, processos educacionais

Resumo

O estudo propõe uma discussão sobre a relevância da exploração nas práticas pedagógicas realizadas com crianças. A metodologia proposta neste estudo é revisão bibliográfica baseada em autores como Monica Guerra e John Dewey. Compreendemos que um dos objetivos da educação é tornar as pessoas mais autónomas, promovendo ação transformadora na vida dos sujeitos. As crianças têm características próprias em relação ao desenvolvimento motor, social, cognitivo e afetivo, porque cada uma tem um modo, um modo de agir, pensar, exprimir-se, mover-se e interagir com o ambiente em que vivem. Embora sejam exploradores por natureza, necessitam de um adulto, um educador, que compreenda a educação infantil contemporânea, a fim de promover o seu potencial criativo, acompanhando as crianças para explorar, descobrir, estabelecer relações e experimentar situações diferentes às quais podem não estar habituadas na vida quotidiana. A necessidade de mediar a aprendizagem faz nascer a relação das crianças com o conhecimento que envolve simultaneamente a aquisição de conhecimentos e a construção da identidade individual e social, de modo a que as crianças estejam envolvidas no processo de ensino e aprendizagem.

 

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Biografia do Autor

  • Rochele Maciel, Universidade de Caxias do Sul

    Doutora em Educação. Professora da Universidade de Caxias do Sul. Coordena a linha 4 do Gepich.

  • Monica Guerra, Università degli Studi di Milano-Bicocca
    Professora Titular (Setor Concurso: 11/D1 – Pedagogia e História da Pedagogia; Setor Científico-disciplinar: M-PED/01 – Pedagogia Geral e Social), Departamento de Ciências Humanas para a Educação “Riccardo Massa” da Universidade de Milão-Bicocca.

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Publicado

12-01-2026

Edição

Seção

Artigos do Fluxo

Como Citar

Maciel, R., & Guerra, M. . (2026). A abordagem exploratória como forma de aprendizagem na infância. Reflexão E Ação, 34. https://doi.org/10.17058/rea.34.20531