Relações de gênero, poder e educação: uma perspectiva pós-estruturalista

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17058/rea.v29i1.14436

Palavras-chave:

Pós-estruturalismo, Relações de gênero, Poder, Educação.

Resumo

Entende-se que a educação institucionalizada se insere em um contexto de emergência de novas identidades culturais e sociais. Assim, o artigo busca compreender como determinados estudantes homossexuais e transexuais se inscrevem subjetivamente em suas relações de gênero vivenciadas nas práticas de escolarização. Com base nos pressupostos epistemológicos do pós-estruturalismo, especialmente Foucault, analisam-se as relações de gênero enquanto relações de poder e relacionam-se os processos de escolarização dos sujeitos com a construção/constituição das identidades de gênero. Constata-se que as representações de gênero são um investimento sobre o corpo, no sentido de uma pretensa educação da mente.

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Biografia do Autor

  • Eleazar Venancio Carrias, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA)
    Doutorando em Educação na Amazônia, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Educação, pela Universidade de Brasília (UnB).
  • Inês Maria Marques Zanforlin Pires de Almeida, Universidade de Brasília (UnB)
    Inês Maria Marques Zanforlin Pires de Almeida é mestra em Educação e doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB), com pós-doutorado na USP. É docente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Brasília (UnB).

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Publicado

2021-01-05

Edição

Seção

Artigos do Fluxo

Como Citar

Relações de gênero, poder e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. (2021). Reflexão E Ação, 29(1), 68-83. https://doi.org/10.17058/rea.v29i1.14436