Efeitos distributivos do salário mínimo no mercado de trabalho cearense
DOI:
https://doi.org/10.17058/redes.v20i3.5204Palabras clave:
Rendimentos. Salário mínimo. Mercado de trabalho.Resumen
Este artigo investiga a contribuição do salário mínimo (SM) para o processo de desconcentração dos rendimentos do mercado de trabalho do Estado do Ceará no período 2002-2012. Os microdados utilizados são oriundos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Utilizou-se a metodologia de simulação proposta em DiNardo, Fortin e Lemieux (1996) a partir da estimativa de funções densidade Kernel contrafactuais. As simulações foram realizadas para pessoas do gênero feminino e masculino. Os resultados revelaram por meio das decomposições que o salário mínimo, o grau de formalização e os atributos pessoais tiveram impactos desconcentradores para trabalhadores do gênero feminino e masculino. Todavia, para as mulheres, o efeito desconcentrador do salário mínimo é mais intenso na amostra em relação aos homens. Em síntese, as simulações apontam a importância do salário mínimo para a redução da dispersão dos rendimentos do trabalho no período recente.Descargas
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Publicado
2015-11-12
Número
Sección
Imigração e Trabalho e Organização dos Mercados de Trabalho
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Vasconcelos, J. C., & Araujo, J. A. (2015). Efeitos distributivos do salário mínimo no mercado de trabalho cearense. Redes, 20(3), 115-136. https://doi.org/10.17058/redes.v20i3.5204
