LA INSERCIÓN DE FRUTAS DE LA SOCIOBIODIVERSIDAD EN LOS MENÚS DEL PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTACIÓN ESCOLAR (PNAE): EL DESEMPEÑO DE LAS NUTRICIONISTAS
DOI:
https://doi.org/10.17058/agora.v28i1.21087Palabras clave:
PNAE, sociobiodiversidad, frutas nativas, nutricionistasResumen
Este artículo analiza el proceso de inserción de frutas de la sociobiodiversidad en los menús de la alimentación escolar en tres municipios de Rio Grande do Sul, a partir del desempeño de las nutricionistas vinculadas al Programa Nacional de Alimentación Escolar. Basado en un enfoque cuali-cuantitativo, el estudio combina el análisis documental y entrevistas semiestructuradas con las nutricionistas responsables técnicas, cuyas acciones fueron sometidas a análisis de contenido. La investigación reveló que la inserción efectiva de estas frutas depende de múltiples factores: la formación de las nutricionistas, su motivación personal, la articulación con la Empresa de Asistencia Técnica y Extensión Rural (EMATER), la participación de agricultores familiares y el apoyo institucional. Aunque algunas directrices legales favorecen el uso de alimentos regionales, su implementación enfrenta obstáculos, como la estacionalidad de las frutas, la escasez de proveedores y las limitaciones operativas de las redes escolares. Las nutricionistas, en tanto burócratas de nivel de calle, desempeñan un papel decisivo en la implementación de la política pública, adaptando las directrices generales a las realidades locales. La investigación concluye que la autonomía y el compromiso de estas profesionales son elementos clave para el éxito de la política de alimentación escolar, ya que promueven, mediante la valorización de alimentos nativos, la seguridad alimentaria, la sostenibilidad y la preservación de la cultura alimentaria regional.
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