Héroes y monstruos: las narrativas míticas en el amparo de la naturaleza

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.17058/agora.v28i1.20539

Palabras clave:

Narrativas míticas, preservación del medio ambiente, Humbaba, Boitatá

Resumen

En la actualidad, se identifican diariamente continuos daños al planeta, algunos por causas consideradas "naturales" y otros resultantes de la acción directa de las lógicas exploratorias, poniendo en duda la finitud de los recursos naturales. Ante esto, este artículo pretende proponer un análisis del problema a partir del estudio de los mitos de protección de la naturaleza. Se espera entender cómo el imaginario cultural coopera significando la compleja relación entre los humanos y su medio ambiente. Tales narrativas míticas demuestran que esta relación con la biosfera nunca fue simple, y nunca fue totalmente pacífica; sin embargo, considerando el campo de significación, su entendimiento puede contribuir al debate. La metodología usada para este trabajo será bibliográfica y utilizará el estudio del lenguaje a partir de la literatura comparada entre dos guardianes de la naturaleza, Humbaba y Boitatá, considerando el imaginario cultural y religioso de su formación.

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Biografía del autor/a

  • Eduardo Sales de Lima, Centro Universitário Cidade Verde - UniCV

    Doutor e Mestre em Teologia. Especialista em Ciências da Religião. Especialista em Ontologia e Epistemologia. Prof. UniCV; Unicesumar. Líder do grupo de Estudos Multidisciplinares em Religiões e Religiosidades. Líder do Grupo de Pesquisa LUTER. 

  • Julius Cesar Alimari Campos, Centro Universitário Cidade Verde - UniCV
    Graduação em logística. Licenciando em Ciências da Religião pela UniCV; pesquisador voluntário - PIIC; participante do grupo de pesquisa em iniciação científica na área de humanidades/UniCV.   

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Publicado

2026-09-03

Cómo citar

Lima, E. S. de, & Campos, J. C. A. (2026). Héroes y monstruos: las narrativas míticas en el amparo de la naturaleza. Ágora, 28(1). https://doi.org/10.17058/agora.v28i1.20539