Héroes y monstruos: las narrativas míticas en el amparo de la naturaleza
DOI:
https://doi.org/10.17058/agora.v28i1.20539Palabras clave:
Narrativas míticas, preservación del medio ambiente, Humbaba, BoitatáResumen
En la actualidad, se identifican diariamente continuos daños al planeta, algunos por causas consideradas "naturales" y otros resultantes de la acción directa de las lógicas exploratorias, poniendo en duda la finitud de los recursos naturales. Ante esto, este artículo pretende proponer un análisis del problema a partir del estudio de los mitos de protección de la naturaleza. Se espera entender cómo el imaginario cultural coopera significando la compleja relación entre los humanos y su medio ambiente. Tales narrativas míticas demuestran que esta relación con la biosfera nunca fue simple, y nunca fue totalmente pacífica; sin embargo, considerando el campo de significación, su entendimiento puede contribuir al debate. La metodología usada para este trabajo será bibliográfica y utilizará el estudio del lenguaje a partir de la literatura comparada entre dos guardianes de la naturaleza, Humbaba y Boitatá, considerando el imaginario cultural y religioso de su formación.
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