Animalidade versus humanidade: um estudo ecocrítico sobre o filme O Lagosta
DOI:
https://doi.org/10.17058/rzm.v14i01.20410Palavras-chave:
Perspectiva antropocêntrica, O Lagosta, Intermidialidade, Animalidades, EcocríticaResumo
O filme O Lagosta (2015), de Yorgos Lanthimos, satiriza o controle social das relações, num contexto em que pessoas solteiras têm 45 dias para achar um par ou são transformadas em animal. À luz de estudos ecocríticos, este trabalho analisa, com foco no protagonista David, como o longa problematiza a relação animalidade/humanidade, expondo uma violência estrutural contra animais e a patologização da solidão.
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