Sustentabilidade de agroecossistemas de produção de mandioca do Agreste Paraibano sob a ótica do Biograma
DOI:
https://doi.org/10.17058/redes.v20i2.4005Palabras clave:
Sustentabilidade. Biograma. Produção de Mandioca. Agreste paraibano.Resumen
A modernização da agricultura, resultante da revolução verde, ocorreu por meio de várias inovações tecnológicas, como fertilizantes solúveis, agroquímicos, máquinas agrícolas e sementes geneticamente modificadas, visando o aumento da produção de alimentos. Todavia, o uso indiscriminado dessas novações pelos agricultores tem posto em evidência inúmeros problemas socioambientais, comprometendo o sistema agrícola produtivo. Essa realidade de inovações tecnológicas e de obstáculos socioambientais também vem sendo vivenciada pela produção de mandioca do agreste paraibano. Por isso, o presente estudo procurou avaliar a sustentabilidade de agroecossistemas de produção de mandioca (Manihot esculenta Crantz) da Mesorregião do Agreste da Paraíba, utilizando o método do Índice de Desenvolvimento Sustentável (S³) e sua representação gráfica, o Biograma. Os resultados do trabalho mostraram que há diferenças de sustentabilidade entre os agroecossistemas dos municípios investigados, dos quais os de Araçagi apresentaram níveis estáveis de sustentabilidade, os de Araruna e de Bananeiras demonstraram níveis instáveis e os de Puxinanã evidenciaram-se, sustentavelmente, como os mais críticos. Conclui-se que, mesmo com os agroecossistemas do Município de Araçagi apresentando melhores níveis de sustentabilidade, quando comparados com os dos outros municípios avaliados, a produção de mandioca apresentou situações de insustentabilidade no tocante aos seus níveis de inovação tecnológica, rendimento médio da produção, terras em processo de erosão, escassez de água e ausência de participação social.Descargas
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Publicado
2015-08-26
Número
Sección
Artículos
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Silva, V. P. da, da Silva, R. F., da Silva, A. B., & Reis, L. M. M. (2015). Sustentabilidade de agroecossistemas de produção de mandioca do Agreste Paraibano sob a ótica do Biograma. Redes, 20(2), 195-212. https://doi.org/10.17058/redes.v20i2.4005
