Reprimarização das exportações, estrutura produtiva e emprego formal no Centro Oeste brasileiro: reflexos territoriais da inserção internacional periférica

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.17058/rh559181

Resumen

El artículo tiene como objetivo analizar la estructura de las exportaciones de la región Centro-Oeste de Brasil y verificar si las actividades más dinámicas en el comercio internacional influyen en la estructura productiva y en la generación de empleo formal en las mesorregiones de los estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul y Goiás. El estudio se basa en una revisión bibliográfica sobre el papel de una economía periférica como la brasileña en la división internacional del trabajo y sobre las relaciones económicas entre Brasil y China, mostrando que, más allá del comercio, las inversiones chinas en Brasil están creciendo, especialmente en sectores estratégicos para ese país. Utilizando datos de Comexstat, de las Cuentas Regionales y de la RAIS, el artículo analiza la expansión de las exportaciones de las mesorregiones de los estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul y Goiás, muestra el crecimiento de las exportaciones de productos primarios, identifica la predominancia de actividades agropecuarias en la estructura productiva en la mayor parte de las mesorregiones de los estados de la región Centro-Oeste y señala la dificultad de que las actividades más dinámicas en las exportaciones y en la estructura productiva presenten el mismo dinamismo en la generación de empleo formal. Se trata de un análisis relevante para la comprensión del desarrollo regional brasileño, considerando las transformaciones en la división interregional del trabajo en el período reciente, en una economía caracterizada por su inserción internacional periférica.

 

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Biografía del autor/a

  • Soraia Aparecida Cardozo, Instituto de Economia e Relações Internacionais/Universidade Federal de Uberlândia

    Possui graduação em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (1999), mestrado em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (2004) e doutorado em Desenvolvimento Econômico com ênfase em Economia Regional e Urbana pela mesma universidade. É Professora Associada no Instituto de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Uberlândia. Pesquisa nas áreas de Desenvolvimento Econômico com ênfase nos temas de Desenvolvimento Regional e Urbano, Políticas Estaduais de Atração de Investimento, Integração do Espaço Econômico Nacional, Estrutura Produtiva e Reprimarização das Exportações.

  • Alanna Santos de Oliveira , Universidade Federal de Uberlândia

    Possui Graduação (2010) pelo Instituto de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Uberlândia, Mestrado (2013) e Doutorado (2019), na linha de Desenvolvimento e Políticas Públicas, pela UFU (PPGE/IERI-UFU). Atualmente, atua como Pesquisadora do Centro de Estudos, Pesquisas e Projetos Econômico-Sociais (CEPES/UFU) no Observatório do Trabalho. Pesquisa na área de Desenvolvimento Econômico com ênfase nos temas de crescimento com distribuição de renda, desenvolvimento regional e economia do trabalho. 

  • Carlos Alves do Nascimento, Universidade Federal de Uberlândia

    Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Ceará (1995), mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (2002) e doutorado em Economia Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas (2005). Atualmente é Professor do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia. Pesquisa nas áreas de economia rural e do desenvolvimento, tendo como temas a agricultura familiar, as mudanças no mercado de trabalho rural e a pluriatividade das famílias rurais, as políticas públicas, a pobreza rural e a reprimarização da economia nacional. 

Publicado

2026-05-05

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Cardozo, S. A., Santos de Oliveira , A. ., & Alves do Nascimento, C. (2026). Reprimarização das exportações, estrutura produtiva e emprego formal no Centro Oeste brasileiro: reflexos territoriais da inserção internacional periférica. Redes, 31. https://doi.org/10.17058/rh559181