Entre el pan y el poder: la feminización de la pobreza como expresión de la colonialidad.
DOI:
https://doi.org/10.17058/agora.v27i2.20789Palabras clave:
Feminización de la pobreza; Colonialidad; Mujeres negras; Patriarcado; Derechos humanos.Resumen
Este artículo analiza la feminización de la pobreza como una de las expresiones más evidentes de la colonialidad contemporánea, evidenciando cómo el patriarcado, el racismo y la desigualdad social se articulan en la negación de derechos y en la violación de la dignidad humana. Desde un enfoque feminista, interseccional, decolonial y comprometido con los derechos humanos, se busca comprender la pobreza y el hambre no como fenómenos naturales, sino como instrumentos de control y exclusión que afectan de manera más intensa a las mujeres negras. Metodológicamente, el estudio adopta una perspectiva cualitativa y teórico-crítica, orientada al análisis de las estructuras históricas y sociales que sostienen estas desigualdades. Se concluye que la feminización de la pobreza no es solo un reflejo de la desigualdad económica, sino también una manifestación estructurada de la intersección entre género, raza y clase, reforzando la necesidad de políticas públicas y acciones sociales que consideren estas dimensiones. Para enfrentar estas desigualdades, es imprescindible reconocer y valorar el trabajo de las mujeres negras, promover la equidad salarial, garantizar el acceso a derechos básicos y fortalecer estrategias que rompan los ciclos de exclusión histórica, avanzando hacia una sociedad más justa e igualitaria.
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