Ainda empaquitados? Corpo, memória e persistência estética no Brasil pós-televisivo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17058/rzm.v15i1.21143

Palavras-chave:

anos 1980 e 1990, cultura televisiva brasileira, empaquitamento afetivo , memória corporal, padrões estéticos

Resumo

Este artigo analisa a permanência de referenciais estéticos televisivos das décadas de 1980 e 1990 no Brasil contemporâneo, a partir da questão: “Ainda estamos empaquitados?”. O problema central consiste em compreender como esses padrões persistem em um contexto que reivindica diversidade corporal. Metodologicamente, trata-se de um ensaio teórico-analítico, fundamentado em revisão bibliográfica nos campos da memória coletiva, memória cultural, cultura visual e estudos de gênero. Como contribuição, propõe-se o conceito de empaquitamento afetivo como regime de memória corporal, evidenciando que determinados padrões estéticos permanecem como matrizes implícitas de reconhecimento, mesmo diante da ampliação discursiva da diversidade na cultura digital.



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Biografia do Autor

  • Mario Abel Bressan Júnior, Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL - Pós-Graduação em Ciências da Linguagem

    Doutor em Comunicação Social
    Professor no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem - UNISUL
    Líder do Grupo de Pesquisa - Redes e Convergências Tecnológicas / RCT

  • Jamile Rosa Ladislau, Centro Universitário Univinte

    Mestranda em Ciências da Linguagem - UNISUL

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Publicado

2026-07-02

Como Citar

Júnior, M. A. B., & Ladislau, J. R. (2026). Ainda empaquitados? Corpo, memória e persistência estética no Brasil pós-televisivo. Rizoma, 15(1), 221-239. https://doi.org/10.17058/rzm.v15i1.21143