DEMANDA ESPONTÂNEA E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA:

na perspectiva de quem cuida

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17058/y11gs463

Palavras-chave:

Atenção Primária à Saúde;, Acesso aos serviços de saúde., Acolhimento

Resumo

Introdução:a Atenção Primária em Saúde (APS) é a porta de entrada do SUS, oferecendo acesso universal e integral. As demandas podem ser espontâneas ou programadas, muitas das quais são resolvidas na APS. Objetivo: ccompreender a percepção dos profissionais de saúde sobre o atendimento à demanda espontânea e a organização dos processos de trabalho considerando os programas de residência.Método: pesquisa qualitativa descritiva, realizada com profissionais de saúde residentes. A coleta de dados ocorreu no período de agosto a outubro de 2024 por meio de entre vistas com questionário semiestruturado com 48 profissionais. Os dados foram analisados por meio da Análise de Conteúdo Temática de Laurence Bardin. Resultados: a análise revelou quatro categorias temáticas. A alta demanda espontânea gera sobrecarga, dificulta o atendimento e compromete a qualidade do serviço e o vínculo entre profissionais e usuários. As estratégias de organização, como classificação de risco e acolhimento são utilizadas como essenciais para a organização do atendimento, mas ainda enfrentam desafios. Conclusão: a carência de recursos e profissionais dificulta a eficácia das estratégias implementadas. Uma gestão mais eficiente dos recursos e suporte contínuo aos profissionais são fundamentais para melhorar a resolutividade e a qualidade dos serviços.

 

 

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Biografia do Autor

  • Camila Gabrielle dos Santos Mota, Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil

    Psicóloga, Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família. Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil.

  • Fernanda Aparecida Cardoso Mendes, Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil

    Enfermeira; Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família. Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil.

  • Gilcileide Correia de Jesus Aragão, Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil

    Cirurgiã-Dentista; Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família. Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil.

  • Hanna Beatriz Bacelar Tibaes, Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil

    Doutora em Enfermagem, Docente, Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil.

  • Joyce Micaelle Alves Caldeira, Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil

    Mestre em Cuidados primários em Saúde; Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros, MG, Brasil.

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Publicado

2026-08-01

Edição

Seção

ARTIGO ORIGINAL

Como Citar

dos Santos Mota, C. G. ., Cardoso Mendes, F. A. ., Correia de Jesus Aragão, G., Bacelar Tibaes, H. B. ., & Alves Caldeira, J. M. (2026). DEMANDA ESPONTÂNEA E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA: : na perspectiva de quem cuida. Revista Interdisciplinar De Promoção Da Saúde, 9. https://doi.org/10.17058/y11gs463