Eficácia do stretching global ativo no ganho de flexibilidade em jogadores de handebol de alto nível

Autores

  • Ana Carolina da Silva Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR)
  • Samya Karolyne Riato do Nascimento Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR)
  • Mateus Dias Antunes Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR)
  • Daniel Vicentini de Oliveira Centro Universitário Metropolitano de Maringá (UNIFAMMA)
  • Daniela Saldanha Wittig Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR)

DOI:

https://doi.org/10.17058/rips.v1i2.12474

Resumo

Objetivo: analisar a eficácia do Stretching Global Ativo no ganho de flexibilidade em jogadores de handebol de alto nível. Método: trata-se de uma pesquisa quase experimental, realizada com 33 indivíduos atletas de ambos os sexos, com idade entre 13 a 17 anos, pertencentes às equipes masculina e feminina dos times de Handebol do município de Sarandi, Paraná. Os mesmos foram divididos em quatro grupos, sendo dois grupos experimentais (um feminino [n= 6] e um masculino [n= 9]) e dois grupos controles (um feminino [n= 12] e um masculino [n= 6]). Foram realizadas oito sessões de Stretching Global Ativo, sendo essas realizadas após os treinos, contendo auto posturas, selecionadas a partir de uma avaliação composta pelo Teste de Sentar e alcançar para avaliar a flexibilidade, o Teste de Corrida de 30 metros e o Side Step para avaliar a velocidade e agilidade, definido assim, as cadeias musculares que foram trabalhadas. Resultados: os resultados foram significativos apenas no grupo experimental feminino para os testes de velocidade e agilidade sendo (p ≤ 0,05), melhorando assim o desempenho físico desses atletas de handebol. Conclusão: concluiu-se que os efeitos do Stretching Global Ativo são eficazes na melhora do desempenho físico através do ganho da velocidade e agilidade.

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Publicado

2018-10-10

Edição

Seção

ARTIGO ORIGINAL

Como Citar

Eficácia do stretching global ativo no ganho de flexibilidade em jogadores de handebol de alto nível. (2018). Revista Interdisciplinar De Promoção Da Saúde, 1(2), 73-79. https://doi.org/10.17058/rips.v1i2.12474