O brincar e a linguagem: uma interface necessária à clínica psicanalítica

Authors

  • Iassana Scariot UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
  • Liliane Seide Froemming UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

DOI:

https://doi.org/10.17058/barbaroi.v0i46.5454

Keywords:

brincar, linguagem, clínica psicanalítica.

Abstract

O presente trabalho tem como foco principal o brincar e a linguagem no espaço de atendimento clínico de crianças e sua importância para a constituição psíquica do sujeito. Para trabalhar a linguagem e o brincar na Psicanálise e verificar suas mútuas influências, utilizamos dois casos clínicos. Dividimos o trabalho em quatro tópicos: nascendo um “fala ser”; sopa de letrinhas: a linguagem na constituição; brincando a gente se entende; brincando com palavras. O brincar a linguagem são essenciais na construção de significantes na infância. Aos poucos a palavra se destaca do contexto imediato da necessidade de nomear e adquire caráter cada vez mais simbólico e representativo. Ao emprestar significantes a uma criança em atendimento clínico estamos inscrevendo nesta, nosso desejo que ela não sofra com seus problemas, mas sim, saiba conduzi-los e venha a se tornar um sujeito desejante. Esse trabalho é de grande relevância para uma escuta mais aguçada e um olhar mais sensível para a clínica psicanalítica da infância.

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Author Biographies

  • Iassana Scariot, UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
    Psicóloga, Psicanalista, graduada pelo Centro Universitário Franciscano- UNIFRA; Especialista em Atendimento Clínico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS.
  • Liliane Seide Froemming, UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
    Psicóloga, Mestre em Psicologia Clínica pela UNB, Doutora em Psicologia UFRGS, Analista membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre. Professor associado da UFRGS.

Published

2016-03-09

Issue

Section

Artigos

How to Cite

Scariot, I., & Froemming, L. S. (2016). O brincar e a linguagem: uma interface necessária à clínica psicanalítica. Barbarói, 46, 33-49. https://doi.org/10.17058/barbaroi.v0i46.5454